Você tem tempo para você?


Vivemos na sociedade da pressa e quase sempre agimos de forma automática.

Quanto mais rápido e automático, melhor!  Será mesmo?

Quantas vezes realmente prestamos atenção no que estamos fazendo, sem deixar que a automatização excessiva nos torne, de certa forma, parecidos com robôs?


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Quantos minutos por dia você realmente está presente no momento presente?

A automatização é necessária e importante, mas não de forma exagerada. Com ela, há menor consumo de energia cerebral, pois as sinapses já prontas e muito utilizadas conseguem uma considerável economia de energia. Por exemplo, quando você começou a dirigir, a tocar um instrumento musical, a cozinhar ou andar de bicicleta, prestava muita atenção em todos os detalhes, mas com o tempo, as ações tornaram-se naturais. Tudo o que fazemos com certa frequência torna-se automático.

O problema é que estamos exagerando na automatização, dando muito pouco espaço para vivermos de verdade esses momentos. Parece até que pensamos demais e vivemos de menos. 
Oscilamos entre o passado e o futuro, mas quando realmente vivemos o presente?

Por isso, hoje eu gostaria de sugerir que você reserve um tempo para você mesmo, para qualquer atividade na qual possa estar plenamente presente. Pode ser uma meditação, um banho relaxante, uma música, a leitura de um livro, uma caminhada, etc. Desde que seja algo que te agrade, praticando de maneira constante você acabará tendo consciência e percepção de você mesmo e até gostando de sua própria companhia, o que resultará em melhor autoconhecimento, mais confiança, equilíbrio, domínio próprio e contentamento.


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O mundo está tão barulhento e dinâmico, que nada melhor do que dedicar um tempo só para você, para reequilibrar-se e recarregar as energias. 

Sua saúde agradece!


Créditos das imagens: Stuart Miles e ponsuwan Free Digital Photos

Comentários

  1. Excelente post Rosana!

    Nesses dias "corridos" precisamos reservar um tempinho para desacelerar...

    Boa semana!

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    1. Investidor Inglês,

      Você tem toda razão.
      Ou desaceleramos voluntariamente ou então, mais para frente, nossa própria saúde acabará cobrando isso de nós.

      Boa semana à você também!

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  2. Perfeito Rosana!

    Uns tempos atrás li um livro onde o autor sugeria estar presente no ato de comer uma uva passa. Fiz o experimento e é incrível como percebemos tantas coisas em uma simples uva passa...

    Por falar em ir mais devagar, vc já viu esse poema perdido no meu blog? Acho que vai gostar!

    http://www.viagemlenta.com/p/danca-lenta.html

    Abraços!

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    1. André,

      Agradeço pela dica de leitura, vou ver.

      Eu já fiz essa experiência de saborear, mas só arroz com feijão. E também chocolate. rsrsrs
      E dá mesmo para perceber nuances que nunca havíamos sequer imaginado que existissem.

      Gostei da ideia de fazer com frutas, vou experimentar. Por serem alimentos in natura e com açúcares naturais, suponho que a percepção seja muito rica.


      Abraços!

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